sábado, 26 de dezembro de 2009

Príncipe Regente




O Brasil foi o único país americano que teve uma monarquia. No final de 1807, o general francês Napoleão Bonaparte ameaçava invadir Portugal. Foi então que a família real, chefiada por d. João VI, resolveu partir para o Brasil, uma de suas colônias. Eles vieram sob a proteção de navios ingleses. A nobreza portuguesa fugiu em massa. Foram 15 mil pessoas da mais alta linhagem, que trouxeram quase todo o tesouro português: 80 milhões de cruzados, que correspondiam à metade de todo dinheiro circulante no reino. D. João fugiu à noite - dizem que vestido de mulher.


A família aportou em inícios de 1808 na Bahia e, em 8 de março, chegou ao Rio de Janeiro, para a curiosidade da pequena corte local. Na época, a cidade tinha pouco mais de 60 mil pessoas. A comitiva de D. João VI ocupou vários prédios particulares, sem fazer qualquer tipo de pagamento. Mandavam colocar na porta apenas as letras P.R., que significavam Príncipe Regente. O povo, irritado com essa apropriação, preferiu traduzir a sigla como Prédio Roubado.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

domingo, 20 de dezembro de 2009

Maior goleada do futebol brasileiro




Maior Goleada do Futebol Brasileiro” conquistado pelo time carioca Botafogo, no dia 30 de maio de 1909, com um placar histórico de 24X0 em cima do Sport Club Mangueira.

O jogo aconteceu pelo Campeonato Carioca, e foi apitado pelo árbitro Antônio Miranda, o primeiro tempo da partida foi encerrado com um placar de 9X0 para o time Alvinegro, e no segundo tempo a rede foi balançada outras 15 vezes, em 40 minutos de partidas, os tempos dos jogos tinham cinco minutos a menos, sendo uma média de 2,6 minutos para cada gol.
O artilheiro da partida foi o jogador Gilbert Hime, que marcou nove vezes, seguido por Flávio Ramos com sete, Monk com dois, Lulu Rocha, dois, Raul Rodrigues, Dinorah, Henrique Teixeira e Emmanuel Sodré marcaram um cada, finalizando o placar para o Botafogo.
O time rubro-negro da Tijuca, Zona Norte do Rio de Janeiro, Mangueira, desistiu da competição faltando quatro rodadas para o encerramento do campeonato, com um saldo de um empate e nove derrotas em 10 jogos, a equipe marcou quatro gols e sofreu 45, sendo 24 deles marcados pelo Botafogo.

fonte : ranking Brasil

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ó u Lula aí ó 2

Moto GP em Jacarepaguá

Indy pode correr no Brasil em 2010



O Brasil pode receber uma etapa da F-Indy já no ano que vem. Três cidades brasileiras disputam a possibilidade de hospedar uma prova da principal categoria de monopostos dos EUA: São Paulo, Ribeirão Preto e Brasília. Ao contrário do que o senso comum diria, a menor delas é a mais forte candidata.

No último dia 8, Carlo Gancia, representante da F-Indy no Brasil, visitou a prefeita da cidade do interior de São Paulo para convidá-la para ir aos Estados Unidos acompanhar a próxima etapa da categoria, em Long Beach. No fim de semana da corrida, que será realizada no dia 19, Dárcy Vera vai assinar um protocolo de intenção que vai oficializar a candidatura de Ribeirão Preto para sediar a etapa brasileira.

O convite veio em nome de Terry Angstadt, presidente da divisão comercial da Indy Racing League, e os representantes da modalidade já visitaram a cidade três vezes. Na última visita, na semana passada, Gancia até inspecionou as ruas do município para avaliar os possíveis locais em que os carros da Indy poderiam correr.

O objetivo é fazer um circuito de rua utilizando as vias que a cidade já tem, e vários locais agradaram Gancia, como o entorno das avenidas Maurílio Biagi e Presidente Kennedy, e também da rodovia Alexandre Balbo. O acordo seria assinado para que Ribeirão receba a prova por três anos, entre 2010 e 2012.

Em entrevista exclusiva ao Grande Prêmio, a prefeita de Ribeirão garantiu que a possibilidade existe e, além disso, disse que é muito grande. O maior argumento de Dárcy se refere ao fato de que a cidade é um dos maiores pólos mundiais de produção de etanol, e o combustível utilizado na Indy nada mais é do que o álcool produzido na região ribeirão-pretana.

No fim de 2008, a Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) firmou um acordo com Angstadt para que o país forneça todo o etanol utilizado na categoria na temporada 2009, estimado em 454 mil litros. E segundo a prefeita, os produtores de cana-de-açúcar da região são os fornecedores do combustível da Indy em função de um acordo que fizeram com a União da Indústria da Cana-de-Açúcar (Unica).

“Concorremos com duas cidades grandes, mas por já termos sido convidados para assinar o protocolo de intenções, e por termos uma região muito rica, ligada à produção de álcool, temos todas as condições de receber a prova. Isso daria muita visibilidade ao fato de a Indy utilizar bioenergia, e isso é um grande motivo para escolherem Ribeirão Preto”, comentou Dárcy.



O investimento para que o projeto saia do papel é de U$ 20 milhões (cerca de R$ 43,440 milhões), e a  política afirmou que já existem patrocinadores dispostos a bancar a realização da prova. “Já encontramos dois anunciantes interessados em investir no evento se a corrida vier para a cidade.” Perguntada pelo GP quais seriam estas empresas, Vera respondeu que ainda não pode revelar.

E a expectativa de retorno financeiro é bem encorajadora para quem quiser investir em na etapa ribeirão-pretana. “Os números ainda não são exatos, mas após analisar o material que os representantes trouxeram para mim, vimos que movimentação de pessoas é muito grande. Um evento como este traria milhares de espectadores à cidade. O faturamento seria de aproximadamente R$ 70 milhões por ano”, disse.

A emissora de televisão que transmite a categoria no Brasil poderia, segundo a prefeita, ajudar na escolha da cidade como sede da etapa nacional da F-Indy. “A Rede Bandeirantes acompanhou os representantes da modalidade nas visitas aos locais em que a prova pode ser realizada. A Band é muito forte em Ribeirão, e o responsável pela emissora na região, José Inácio Pizani, tem muito interesse que a etapa venha para Ribeirão”, declarou. Vale dizer que Pizani é o ex-presidente da Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e Televisão.

E não só a Bandeirantes quer ver a etapa no interior paulista. Segundo a política, é interesse também do governo federal que a região hospede a prova brasileira da Indy. “Nosso objetivo é divulgar que a cidade é a capital do etanol. Para o nosso governo, isso também é benéfico. O presidente do país [Luiz Inácio Lula da Silva] já mostrou  interesse em divulgar o nosso combustível para o mundo todo. E Ribeirão é o local ideal para se fazer essa divulgação."

“Além disso, nas conversas que tive com os representantes da Indy, vi que eles têm a intenção de relacionar o evento ao fato de usarem combustíveis renováveis. Quando eu recebi a ligação do Gancia dizendo que gostaria de conhecer a estrutura da cidade e a nossa malha viária, achei que fosse uma brincadeira. Mas eles vieram e agora a possibilidade é real”, acrescentou Vera.

Depois de Dárcy ir a Long Beach para assinar o protocolo de intenção, uma equipe da prefeitura de Ribeirão voltará aos EUA para continuar as negociações e para conseguir mais patrocinadores para a eventual etapa. “Voltaremos aos EUA para acompanhar todos os eventos a partir da prova de Indianápolis, para captar mais investidores.”

E para finalizar, mostrando o otimismo de um político que chegou ao comando da cidade há poucos meses, Dárcy fez até um trocadilho. “Como seremos a primeira cidade a assinar o termo de compromisso, e em função de sermos fortes na produção de etanol, sairemos na pole-position nessa disputa.”






Fonte: MARCELO FERRONATO
Site: esporte.ig.com.br

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Direito de Resposta

Eis a íntegra do direito de resposta do governador Leonel Brizola no Jornal Nacional da TV Globo. O texto foi redigido em 1992:

"Em cumprimento à sentença do juiz de Direito da 18ª Vara Criminal da Cidade do Rio de Janeiro, em ação de direito de resposta, movida contra a TV Globo, passamos a transmitir a nota de resposta do sr. Leonel de Moura Brizola.

"Todos sabem que eu, Leonel Brizola, só posso ocupar espaço na Globo quando amparado pela Justiça. Aqui cita o meu nome para ser intrigado, desmerecido e achincalhado, perante o povo brasileiro. Quinta-feira, neste mesmo Jornal Nacional, a pretexto de citar editorial de 'O Globo', fui acusado na minha honra e, pior, apontado como alguém de mente senil. Ora, tenho 70 anos, 16 a menos que o meu difamador, Roberto Marinho, que tem 86 anos. Se é esse o conceito que tem sobre os homens de cabelos brancos, que os use para si. Não reconheço à Globo autoridade em matéria de liberdade de imprensa, e basta para isso olhar a sua longa e cordial convivência com os regimes autoritários e com a ditadura de 20 anos, que dominou o nosso país.

Todos sabem que critico há muito tempo a TV Globo, seu poder imperial e suas manipulações. Mas a ira da Globo, que se manifestou na quinta-feira, não tem nenhuma relação com posições éticas ou de princípios. É apenas o temor de perder o negócio bilionário, que para ela representa a transmissão do Carnaval. Dinheiro, acima de tudo.

Em 83, quando construí a passarela, a Globo sabotou, boicotou, não quis transmitir e tentou inviabilizar de todas as formas o ponto alto do Carnaval carioca.

Também aí não tem autoridade moral para questionar. E mais, reagi contra a Globo em defesa do Estado do Rio de Janeiro que por duas vezes, contra a vontade da Globo, elegeu-me como seu representante maior.

E isso é que não perdoarão nunca. Até mesmo a pesquisa mostrada na Quinta-feira revela como tudo na Globo é tendencioso e manipulado. Ninguém questiona o direito da Globo mostrar os problemas da cidade. Seria antes um dever para qualquer órgão de imprensa, dever que a Globo jamais cumpriu quando se encontravam no Palácio Guanabara governantes de sua predileção.

Quando ela diz que denuncia os maus administradores deveria dizer, sim, que ataca e tenta desmoralizar os homens públicos que não se vergam diante do seu poder.

Se eu tivesse as pretensões eleitoreiras, de que tentam me acusar, não estaria aqui lutando contra um gigante como a Rede Globo.

Faço-o porque não cheguei aos 70 anos de idade para ser um acomodado. Quando me insulta por nossas relações de cooperação administrativa com o governo federal, a Globo remorde-se de inveja e rancor e só vê nisso bajulação e servilismo. É compreensível: quem sempre viveu de concessões e favores do Poder Público não é capaz de ver nos outros senão os vícios que carrega em si mesma.

Que o povo brasileiro faça o seu julgamento e na sua consciência límpida e honrada separe os que são dignos e coerentes daqueles que sempre foram servis, gananciosos e interesseiros'. Leonel Brizola


Fonte: PDT

Divulgação: Jornal União dos Bairros - UB

Apoio: Arnaldo Murdhock
arnaldoguarulhos@gmail.com

www.ub.jor.br






Primeiro Acidente de Carro no Brasil

O primeiro acidente automobilístico no Brasil, aconteceu com o carro de José do Patrocínio, o primeiro do Rio de Janeiro, dirigido na oportunidade por Olavo Bilac, que se chocou com uma árvore, na Estrada Velha da Tijuca.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Série Vinhetas - Copa do Mundo

Histórico de vinhetas da Rede Bandeirantes

Evolução dos logos da Rede Record

Logotipos da Globo

Jornal Nacional

Cala a Boca Maluf!

Fecha o Pau!

Filhote da Ditadura

Brizola diz: você cheira pó?

Mentiroso! Caluniador!



domingo, 6 de dezembro de 2009

Raul Seixas


Sinceramente eu não entendo o pôrque de tanta bajulação a Raul Seixas, cantor de rock brasileiro que vendeu muitos discos e tinha relativo sucesso(nos anos de 1970, porque na década de 1980 era um fiasco total).  Raul Seixas faleceu no dia 21 de agosto de 1989, aos 44 anos. Seu corpo foi encontrado às oito horas da manhã, pela sua empregada, Dalva. Foi vítima de parada cardíaca: seu alcoolismo, agravado pelo fato de ser diabético, e por não ter tomado insulina na noite anterior, causaram-lhe uma pancreatite aguda fulminante. Hoje se fala tanto do Raul Seixas, mas no fim de carreira a mídia em geral e até mesmo os fãs odiavam a sua presença moribunda, um exemplo disso é o seu disco com Marcelo Nova "Panela do Diabo" que vendeu apenas 150.000 cópias, hoje seria muito, mas naquela época onde o RPM e o Ultraje a Rigor vendia mais de 1.000.000 de cópias era muito pouco. Outro caso interessante é o fato de ele não ser convidado a participar do Rock In Rio em 1985, porque será né? Preferiram convidar a Elba Ramalho, que tem tudo haver com o rock nacional...
Resumindo o que eu quero dizer, enquanto o "cabra" está vivo ninguém dá valor, depois que morre vira Deus!